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Archive for the ‘Prosa’ Category

Ok, por que não falar sobre gatos?
Sejamos sinceros, se você é um criador de gatos, sabe que eles fazem parte dominante de nossa rotina.

Saddam, O Gato Gato

Saddam, O Gato Gato

Meu gato está presente em todo lugar onde estou em casa, geralmente atrapalhando (uma personalidade tão parecida com a minha, a propósito). Hoje mesmo, antes de publicar este texto, tive que lavar minhas mãos no chuveiro por que meu gato estava ocupado bebendo água na pia.
É, eles ocupam espaço, e fazem-se notar em contraste ao seu silêncio pela casa. São dóceis, independentes, limpos, travessos e amigos.

É, amigos, isso mesmo. Não me venha com esse papo de ah-mas-gatos-são-traiçoeiros, que não vai colar. Isto é uma crença popular estúpida e não é verdade. As pessoas pensam que gatos são traiçoeiros, e que vão te abandonar ou atacar na primeira oportunidade, apenas por que eles não são subservientes estúpidos como os cães. Verdade! Gatos não ficam fazendo festa para nós,  pulando e abanando o rabo, por que enxergam a relação  horizontalmente, e não verticalmente como os cães (que encaram a coisa mais como mestre-e-subordinado do que como amigos).
E os boatos que dizem que seu gato vai te abandonar se o vizinho tiver comida melhor, é pura inverdade. Eles são amigos, fiéis ao dono e à casa; mesmo que passem alguns dias na farra e nas baladas, eles sempre voltam e não deixam de ser amigáveis ao dono.

Diz uma piada popular: O cão pensa: “nossa, esse humano me dá comida, carinho, proteção.. ele deve ser um deus!”. E o gato pensa: “nossa, esse humano me dá comida, carinho, proteção.. eu acho que sou um deus!”
Sim, eles são folgados. Adoram atrapalhar, ficar no caminho, pedir para você abrir a porta e ficar encarando sem entrar nem sair duma vez. Faz parte da personalidade fascinante deles, e você tem muito a desfrutar caso esta personalidade não entre em conflito com a sua!

Meu gato é meu melhor amigo. Ele sempre fica por perto, atrapalha meus trabalhos, deita em cima do teclado, e toda noite antes de dormir, eu escovo os dentes, abro a porta de casa onde ele está me esperando para entrar, e ele corre para minha cama para dormir do meu lado. Somos tão chegados que até temos nossa rotina!
Meu gato é gordo, gosta de beber água direto da torneira e morre de medo de carros (depois de um pequeno acidente…). Eu gosto de acariciar suas gengivas (gatos gostam disso), de abrir a porta para ele, e de brincar de gato-e-rato com as cobertas.

Gatos são tudo de bom. Adote um!

E, o motivo principal de ter escrito este texto, é este “guia definitivo de comportamento para o gato“, um guia excelente que todo gato deve ler. Abaixo, traduzo um pedacinho do texto, que é de matar de rir:

Inconsistência humana:
Humanos passam muitas horas sentados diante de uma caixa com imagens em movimento, cutucando pequenos quadradinhos com seus dedos… há rumores de que é assim que eles afiam suas garras! Considerando o quão santarrões eles são quando nos pegam afiando nossas garras, é óbvio que eles precisam de uma lição sobre consistência. Uma das melhores maneiras de fazer isto é andar em cima da mesa com quadradinhos… isto vai sempre resultar numa enorme reação da parte do humano, um bom indicador de que você está mesmo ensinando-lhe uma lição! Se isto nao funcionar, deite-se nos quadradinhos ow vomite uma bola de pelo em cima! Não há nenhuma boa razão pela qual os humanos deveriam poder afiar suas garras enquanto proíbem-nos de fazer também.

Poltronas e tapetes
Se você precisa vomitar, corra para uma poltrona, rápido! Se você não chegar a tempo, corra para o tapete oriental da sala. Se não houver um tapete oriental por perto, qualquer tapede serve. Quando vomitar no carpete, certifique-se de afastar-se um pouco afim de que o vômito seja do tamanho da planta do pé do seu humano.

Banheiros
Sempre acompanhe os humanos até o banheiro. Não é necessário fazer nada específico… apenas sente-se e fique encarando

Leia mais: http://www.jamesshuggins.com/h/hum1/guidelines_for_cats.htm

…. agora, com sua licença, preciso correr ali porquê o Saddam quer que eu abra a janela!

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Abbadon – Crônicas da Destruição:
A Guerra de Gogue Magogue. A Destruição do Exército da Aliança do Norte.

Olá, pessoal! Como todos sabem, publiquei este capítulo de um projeto antigo, que acabou ficando grande demais!
Como muitos nem tiveram condição de ler, por conta do tamanho, decidi fazer o seguinte:

Esta peça foi dividida em pequenas partes. Você pode organizar-se lendo pedacinho por pedacinho, pela página do blog, ou através dos seguintes links:
Prefácio (este post)Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 (final)

 

Há muitos, muitos, muitos anos atrás, aos meus 17 anos, comecei a escrever um projeto, chamado Abbadon, que contaria minha interpretação dos estudos que fiz sobre a visão do Apocalipse da Bíblia. Era inspirado na série Deixados para Trás (Tim Lahaye, Jerry Jenkins) e no livro Este Mundo Tenebroso(Frank Peretti).
Não deu certo. Exigia muito estudo da minha parte, e pra variar, estraguei a história exagerando demais. Mas algumas coisas restaram, trechos que acho não valer a pena esquecer. Decidi então criar pequenas crônicas a respeito de trechos do Apocalipse.  É uma leitura longa, mas acho que vale a pena. Espero um dia ter bastante material a respeito, afinal este foi o projeto de toda minha adolescência. Doeu vê-lo perecer.

A batalha de Gogue Magogue está descrita no livro de Ezequiel, capítulos 38 e 39. Conta a Bíblia que O Deus do povo de Israel atrairá os exércitos do norte para atacar Israel, e livrará Sua nação com grande e esmagadora vitória.
“E a casa de Israel os enterrará durante sete meses, para purificar a terra. ” (Ezequiel 39:12)

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Gosto de tentar de tudo, sabe?
Já montei computadores, já montei quebra-cabeças,  já pedalei, já fiz natação.
Quero fazer rapéu, explorar uma caverna, andar de helicóptero, quero ver as Cataratas do Iguaçu, quero surfar e namorar uma australiana.

 

Um dia, quero olhar para trás, e ver que não desperdicei uma chance de fazer o que queria. 
Fico louco quando não aceitam meu convite de ir em algum lugar diferente ou fazer algo que nunca fizemos. Penso que meu convidado terá uma coisa a menos de que se orgulhar. Perdeu uma grande oportunidade de conhecer algo legal, abrir sua mente. E por quê? Preguiça? Comodidade?
Já subi em árvores, já tomei banho no chafariz da praça, já fiz meu próprio cartão de natal.
Um dia, quero contar para meus sobrinhos: “Eu fiz tudo aquilo!” 

 

Ah, mas alto lá… fazer de tudo é interessante, mas fazer tudo? Não, não dá. Eu sou muito enjoado com algumas coisas, um defeito que me faz perder muitas oportunidades.
Eu nunca pularia de pára-quedas, morro de medo. Nem conseguiria comer uma lula. Se eu viajo, passo fome por não ter coragem de comer tudo. Mas vale a pena tentar a maior parte!
Já me perdi num trekking, já me perdi no supermercado, já puxei papo com gringos, já me pintei de palhaço.
Um dia, quero ser conhecido da mesma maneira que meu pai: “Quem, o Dvd? Ah, aquele ali é maluco!” – E cada um terá uma nova história a contar, entre risos e lágrimas. 

 

Uma vez, vi uma garota de cabelo vermelho, tão bonito que dava muita vontade de tocar. Depois de muito hesitar, fui até ela e disse: “Oi! Seu cabelo é muito bonito, posso tocar?”
Ah, esta atitude poderia resultar em muitos desfechos: eu ser ignorado, receber um olho roxo, ou a suspeita de ser um doido-varrido. O menos provável seria ela deixar. Mas como saber, se não tentar? Vale a pena passar uma vida inteira perguntando-se? Pois bem, tentei. E hoje somos grandes amigos!
Já fui no museu, já fui no teatro, já fiz carinho num tubarão, já nadei entre cardumes, já cutuquei um cérebro na aula de anatomia.
Quero explorar cavernas, quero tocar violão, quero decorar minha casa, quero adotar um gato.
Um dia, lá no fim da minha vida, vou contar minhas histórias para alguém, e no final, vou completar: “Valeu a pena!”

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O Novato

A crônica a seguir é uma proposta que bolei: decidi escrever a partir de uma idéia incial, apenas isto. Sem planejar nenhuma história, nenhum roteiro, nada. Apenas sair escrevendo de improviso.

Reparei que conforme escrevia, inevitavelmente alguns passos à frente iam surgindo na minha mente. Mas num geral, quase tudo foi de improviso. Pretendo fazer disto uma série, talvez. Veremos…

Então lá estava eu, dentro de um armário minúsculo, entre arquivos de transações comerciais e plantas de prédios da empresa. Não era nem um pouco confortável, e para não fazer um barulho sequer, era preciso permanecer com a coluna torta e ficar pendurado pelos dedos que se apoiavam nas dobras do metal. Doía absurdamente, e estava louco para que os mafiosos do lado de fora do armário não percebessem minha presença lá dentro. Patético, pensei comigo mesmo.

A razão da minha humilhação, e o começo desta história toda: Eu era um espião. Estava trabalhando infiltrado há meses naquela organização, e mesmo antes disso, havia tido muito trabalho para ter acesso a este lugar, o escritório do Chefe.

E, este dia era o dia perfeito para meu golpe. Feriadão, toda a bandidagem reunida no terceiro andar e assistindo ao jogo de futebol onde o palmeiras massacrava a ponte-preta num jogo disputado. Era minha chance perfeita de entrar no escritório do Chefe e furtar os tão cobiçados documentos, a meta final do meu trabalho que provaria os crimes da organização. Depois desta, eu estaria livre e talvez até ganhasse uma medalha de honra.

E como eu poderia prever isto? Justo no segundo tempo, enquanto eu me satisfazia na mesa do Chefe, os bandidos decidiram que queriam pipoca! Pipoca! A organização tinha dezenas de escritórios na cidade, todos luxuosos. Por que então o microondas tinha que ficar justo na sala do Chefe? Por que razão o Chefe não podia ter uma cozinha? E pior que isso, que tipo de bandido respeitado desperdiça feriados comendo pipoca?

Então, enquanto os milhos estouravam, eu estava lá espremido dentro de um armáriozinho, praguejando em silêncio e a úlcera retorcendo minhas tripas.

– Vou te falar, esses gols foram muito fáceis! – Dizia um capanga. O outro respondeu:

– Ah, depois dos dois primeiros, a Ponte se entregou.

Paft! Caí com tudo no chão. A bandidagem me olhava perplexa! Por um segundo, fiquei imóvel no chão, tentando com todo empenho pensar no plano de fuga que não consegui bolar o tempo todo dentro do armário. Então concluí que eu teria de improvisar mesmo: levantei-me com um sorriso amarelo, um riso sem graça, sacudindo o pó da roupa.

– Há-há, muito engraçado, vocês! Trancar o Novato no armário do Chefe sabendo que eu não queria perder o jogo! – Então comecei a me dirigir para a porta – Aposto que é coisa do Piolho! – dizia, dando tapinhas nos ombros dos companheiros. Eles me olhavam estupefatos, sem reagir e tentando processar a informação em seus pequenos cérebros de peixe. Às vezes eu os olhava, brutamontes atrapalhados e bobões, e me perguntava: como pessoas tão estúpidas praticamente governavam as ruas? E enquanto eles tentavam entender meu discurso, eu já estava a alguns passos da porta.

– Ô Piolho! Sacanagem, hein? – Gritei, saindo do escritório – Você sabia que eu não queria perder esse jogo! Vamos lá, vamos torcer, DÁ-LHE FLAMENGO!

Pronto. Bastou duas palavras para eu arruinar minha escapadela bem-sucedida: O jogo era do Ponte-preta vs Palmeiras! A palavra “Flamengo” pareceu tê-los atingido como uma companhia de dançarinos sapateando o flamengo em suas cabecinhas ocas, pois ambos encararam-se por um breve momento. Os dançarinos devem ter sapateado por mim também, pois logo após ter dito a palavra, estaquei.

– Ah, porcaria.

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Abbadon – Crônicas da Destruição:
A Guerra de Gogue Magogue. A Destruição do Exército da Aliança do Norte.

Esta peça foi dividida em pequenas partes. Para acessar as outras partes, clique abaixo:
Parte 1 – Parte 2Parte 3Parte 4Parte 5 (final)

Há muitos, muitos, muitos anos atrás, aos meus 17 anos, comecei a escrever um projeto, chamado Abbadon, que contaria minha interpretação dos estudos que fiz sobre a visão do Apocalipse da Bíblia. Era inspirado na série Deixados para Trás (Tim Lahaye, Jerry Jenkins) e no livro Este Mundo Tenebroso(Frank Peretti).
Não deu certo. Exigia muito estudo da minha parte, e pra variar, estraguei a história exagerando demais. Mas algumas coisas restaram, trechos que acho não valer a pena esquecer. Decidi então criar pequenas crônicas a respeito de trechos do Apocalipse.  É uma leitura longa, mas acho que vale a pena. Espero um dia ter bastante material a respeito, afinal este foi o projeto de toda minha adolescência. Doeu vê-lo perecer.

A batalha de Gogue Magogue está descrita no livro de Ezequiel, capítulos 38 e 39. Conta a Bíblia que O Deus do povo de Israel atrairá os exércitos do norte para atacar Israel, e livrará Sua nação com grande e esmagadora vitória.
“E a casa de Israel os enterrará durante sete meses, para purificar a terra. ” (Ezequiel 39:12)

Ao sol poente da Síria, o céu tingia-se de laranja. Ao norte, um minúsculo ponto escuro surgiu no horizonte colorido. Alguns minutos depois, outra pinta apareceu no céu. Mais outra. E outra. Em pouco tempo, via-se dezenas de pontinhos na linha do horizonte alaranjado. De cada ponto, emergiam-se outros vários, e logo eles se revelaram aviões. Centenas de caças e bombardeiros de guerra atravessavam com imponência a paisagem do Oriente Médio. Era uma gigantesca esquadra de aviões, formada por clássicos Mikoian Gurewish-29 russos, juntamente com os famosos modelos 27, 33 e 34 da Sukhoi, os melhores caças da ex-união soviética, além de esbeltos e monstruosos bombardeiros Tupolev-22 “Blinder” e Tupolev-22M “Backfire”, especialmente armados e carregados de mísseis. Aparentemente, uma aliança secreta havia sido formada entre a Rússia, o Líbano, a Síria e o Uzbequistão. O alvo deste ataque era Israel, e o objetivo, eles não revelariam. Tudo o que o mundo saberia, seria o óbvio: esta operação faria o possível para favorecer os povos muçulmanos do oriente na luta contra os israelenses.

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Os aviões israelenses permaneceram no ar atravessando as áridas regiões do país. Por vários minutos, nada puderam ver. Algumas palavras foram resmungadas, relatando que não havia nada a não ser nuvens no céu. Pouco tempo depois, o rádio grasnou a voz do comando na Torre:

“Torre para Águia Um”.

– Águia Um na escuta.

“O inimigo se aproxima e está muito próximo. Faça contato”.

– Negativo. Nenhum contato visual até agora…

 

Ao longe, um observador poderia ver dúzias e dúzias de aviões indo de encontro a outras dúzias. Os Jacarés Voadores acompanhavam as aeronaves russas, e os caças ziguezagueavam entre os lentos bombardeiros para acompanhar a velocidade do grupo inteiro. Voando baixo, podia-se avistar os caças dos capitães na linha de frente. Mas havia algo que nenhum humano pôde ver. Acompanhando a velocidade do caça, um ponto luminoso desceu do céu de encontro a ele. E ninguém viu o ponto se aproximar num ângulo aberto, atravessando sem dano algum a fuselagem do avião e desaparecer dentro dele. Poucos segundos depois, após o piloto daquele caça gritar algumas palavras indefinidas, o avião explodiu em pleno ar, mandando seus destroços a quilômetros de distância para todos os lados. O fogo e a fumaça descreviam um risco no céu que se precipitava para frente, e era evidente que não havia sinal algum do piloto.

 

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Esta peça foi dividida em pequenas partes. Para acessar as outras partes, clique abaixo:
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[…] numerosos vultos vermelho-rubro, negros e marrons aproximando-se dos aviões com grande velocidade. Subindo de vários pontos estratégicos do país, uma imensa frente de monstros alados preparados para a batalha batia furiosamente suas asas em direção às duas esquadras de aviões … 

[…] Então, do interior de todos os caças, emergiram de dois a três anjos por aeronave, brilhantes e com roupas brancas como neve e espadas fulgurantes, tão ardentes que se assemelhavam a fogo…

 

Na mais alta velocidade, o poderoso Mathri golpeou o cabo da espada de um guerreiro celestial, ferindo-o e jogando-a para baixo. Depois  deu um grande salto, rodopiando numa cambalhota por cima dele e caindo de pé em cima da cabine de um piloto israelense. Ao levantar com heroísmo sua espada virada para baixo com suas duas patas negras, gritou:

– Vitória às hostes do Inferno! – Porém, ao abaixar a espada com força em direção à cabeça do piloto na cabine, Leridan, um capitão do exército Inimigo, veio de encontro a seu peito e trombou com o demônio com grande força e velocidade, levando-o para cima e para trás. O piloto não foi atingido pela espada afiada do comandante. A muitos metros de distância, enquanto Mathri tentava se recompor, Leridan aproveitou a oportunidade e deu a volta em seu oponente, agarrando suas monstruosas e grandes asas pela base e puxando-o em um rastro de luz para o alto. O asqueroso demônio explodiu suas asas para os lados, abrindo-a e libertando-se do anjo atrevido. Ao equilibrar-se, batendo as asas com força, e virar-se para ele, recebeu um corte ardente em seu rosto que virou-se para o lado numa inexpressiva careta de dor. Inúmeros anjos e demônios guerreavam ao redor deles. A espada de Leridan passeava aos ares em faiscantes floreios enquanto ele a manuseava na direção do monstro. Mathri conteve cada golpe com precisão dando ágeis voltas com a sua arma. Logo, parou de se defender dos golpes e partiu para a ofensiva, desferindo rubros vultos no ar. Leridan sentia dificuldades em se defender, cruzando sua espada com a do inimigo e se esforçando para não se afastar da batalha em sua volta.

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